No Debate Esportivo: Marcos Nascimento diz que acordo com o Nacional está quase fechado
“O que depender de Marcos Nascimento está fechado o acordo, porém espero até a próxima sexta-feira por uma posição do Nacional”. Essas foram as palavras do professor de educação física e preparador físico Marcos Nascimento, ao ser perguntado sobre o seu destino em 2012.
O treinador foi o entrevistado do programa Debate Esportivo desta segunda-feira (12), na Rádio Espinharas AM e FM. Como anunciou a editoria de Esportes do Patosonline.com, Marcos está mesmo acertando os últimos detalhes com o Naça pra a temporada 2012.
Questionado sobre suas declarações há meses atrás no mesmo programa, que só trabalharia em um dos clubes de Patos se fossem sanadas as dívidas com ele, o professor explicou sua situação.
“Eu fiz questão de dizer que não me procurassem sem primeiro acertar o que eu tenho de direito. Os dirigentes do Esporte não me procuraram, até porque os clubes da cidade vivem um momento financeiro muito difícil. O grupo do Nacional veio a minha procura eu disse as minhas exigências e eles aceitaram, agora é esperar mais essa semana, para eles confirmarem a proposta”, disse Marcos.
Nascimento também falou sobre possíveis projetos para 2012, tendo como certa sua ida para o Nacional, o preparador físico demonstrou interesse na idéia do clube ficar em atividade durante todo o ano.
“O que me irrita no futebol de Patos, é que os clubes passam quatro ou cinco meses em atividade e depois simplesmente param, deixando o torcedor ocioso. O Nacional tem um projeto bom para toda a temporada 2012, e eu pretendo que a mesma condição que seja oferecida ao profissional, seja também dada as categorias de base, porque assim teremos no futuro frutos para serem colhidos”, analisou.
Finalizando sua participação no Debate, Marcos Nascimento afirmou que só trabalharia no futebol na próxima temporada na cidade de Patos, pois tem suas principais atividades trabalhistas, na capital do sertão e não trocaria esses trabalhos, para se dedicar apenas pelo futebol.
Fonte: Eduardo Rabêlo