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Polícia

Popular vítima de disparos de arma de fogo é recambiado para unidade prisional de Sousa

15/12/2011 às 16:12

A Polícia Civil de Patos recambiou na manhã de hoje a Unidade Prisional Agrícola de Sousa, o popular Regivan Lopes da Silva, 19 anos, que se encontrava recolhido a uma das celas da 5ª. DD para averiguação sobre precedentes criminais.

O mesmo teria dado entrada naquela unidade de segurança na manhã de ontem, quarta-feira, após ter sofrido uma tentativa de morte fato dado e registrado na Rua Pedro Firmino em frente a concessionária da Fiat em Patos.

Os disparos teriam sido praticados por um elemento que estava em companhia de uma criança. Apesar da tentativa nenhum dos disparos atingiu a vítima.

Após o fato a Policia Militar foi acionada e o conduziu a presença do delegado plantonista, durante a conversa com a autoridade Regivan Lopes da Silva apresentava uma versão confusa quando aos motivos do fato, não sabendo informar sua idade e sem documentos apresentou-se como sendo Felipe Lopes da Silva.

A Polícia desconfiada sobre as informações conseguiu junto à Delegacia de Sousa e  através da Diretora da Colônia Penal,  Maria Céo Dantas Nóbrega Bernardo, informações sobre o mesmo que é natural daquela cidade e foragido da Unidade Agrícola, oportunidade em que fugou após danificar a grade de proteção da cela onde se encontrava.

As informações ainda atestaram que Regivan Lopes vinha sofrendo constantes ameaças de morte por parte de colegas internos do presídio.

Ouvido pelo Delegado Hugo Lucena, o elemento não explicou os motivos pelas quais teria vindo à  Patos, embora tenha dito que se preparava para voltar a sua cidade de origem.

Na presença da reportagem da Rádio Espinharas, ele revelou o outro lado da versão contradizendo o que havia falado ontem ao chegar escoltado pela polícia a Delegacia Regional.

“Não sei dizer por que levei os tiros. Fugi da Colônia Penal de Sousa não foi pra ta roubando ou matando ninguém não, fugi para ficar do lado de minha família já que tenho uma filha que vai fazer três meses” 

O foragido negou a forma como conseguiu sair da prisão e negou a participação em qualquer crime de morte.

Ouça a narrativa feita ao jornalismo do Espinharas Notícias:

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Da Redação: Marcelino Neto

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